A Urbanização de Curitiba (Urbs) se manifestou nesta quarta-feira (21) em resposta às alegações do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), que suspendeu a nova licitação do transporte coletivo da capital paranaense. Segundo a Urbs, a proposta em análise não gera duplicidade de custos ou sobreposição de linhas com o transporte da Região Metropolitana, um dos pontos que motivaram a decisão cautelar do TCE-PR na última segunda-feira (19).
O conselheiro Fabio Camargo, que tomou a decisão, apontou que a licitação poderia estar prevendo a operação dos mesmos serviços sem deixar claro as responsabilidades de cada entidade. Durante a sessão do TCE-PR, o conselheiro Augustinho Zucchi pediu vista do processo, adiando a discussão para a próxima semana. Enquanto isso, a suspensão da licitação permanece em vigor até nova deliberação do tribunal.
Em coletiva de imprensa, o presidente da Urbs, Ogeny Pedro Maia Neto, defendeu que o edital foi elaborado para promover a integração metropolitana do transporte, garantindo que não haja cobrança dupla aos usuários. "A integração é essencial para que o usuário possa utilizar a mesma passagem para se deslocar entre Curitiba e a região metropolitana", explicou Maia.
A Urbs destaca que as linhas propostas são compartilhadas entre a Urbs e a Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep), com cada uma responsável por uma parte do serviço, facilitando o deslocamento sem custos adicionais para os passageiros. O edital da nova licitação, que deve ocorrer em 26 de novembro, prevê investimentos de R$ 3,9 bilhões e uma série de mudanças na rede de ônibus da cidade.
Dentre as inovações, está a possibilidade de os passageiros realizarem trocas de ônibus com o cartão-transporte da Urbs em qualquer ponto de embarque, sem a necessidade de pagar outra passagem, um avanço significativo em relação ao modelo atual. Além disso, a licitação contempla a adição de 250 ônibus elétricos até 2031, sendo 90 deles já no início da operação. Estão previstas novas linhas para conectar terminais de diferentes regiões da cidade e a reativação da linha Circular Centro, que funcionará com ônibus elétricos.
O TCE-PR suspendeu todos os cinco lotes da licitação, abrangendo os serviços dos expressos e as linhas alimentadoras. O conselheiro relator também enfatizou a necessidade de compatibilidade entre os projetos, já que são duas licitações distintas, uma da Urbs e outra da Amep, mas que podem gerar confusões quanto à sobreposição de serviços.
Diante desse cenário, a Urbs reafirma seu compromisso com a transparência e a qualidade do Transporte coletivo em Curitiba, ressaltando a importância da licitação não apenas para a cidade, mas para toda a região metropolitana. As próximas etapas do processo licitatório seguirão conforme o cronograma, a menos que novas decisões do TCE-PR alterem o panorama atual.
Por que isso importa
O leilão da nova licitação do transporte coletivo de Curitiba está agendado para 26 de novembro.
O que vem a seguir
A nova licitação prevê a incorporação de ônibus elétricos, a integração de linhas e a possibilidade de troca de ônibus sem custo adicional para os usuários.
Qual é o motivo da suspensão da licitação do transporte coletivo?
A licitação foi suspensa pelo TCE-PR devido à alegação de possível duplicidade de custos e sobreposição de linhas entre a Urbs e a Amep.
Quando está prevista a nova licitação do transporte coletivo?
O leilão da nova licitação do transporte coletivo de Curitiba está agendado para 26 de novembro.
Quais inovações a nova licitação prevê?
A nova licitação prevê a incorporação de ônibus elétricos, a integração de linhas e a possibilidade de troca de ônibus sem custo adicional para os usuários.
A Urbanização de Curitiba (Urbs) se manifestou nesta quarta-feira (21) em resposta às alegações do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), que suspendeu a nova licitação do transporte coletivo da capital paranaense. Segundo a Urbs, a proposta em análise não gera duplicidade de custos ou sobreposição de linhas com o transporte da Região Metropolitana, um dos pontos que motivaram a decisão cautelar do TCE-PR na última segunda-feira (19). No contexto brasileiro, Urbs permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável.
A Urbanização de Curitiba rechaçou as acusações de duplicidade de custos na nova licitação do transporte coletivo, em resposta à suspensão cautelar do TCE-PR. O presidente da Urbs destacou a importância da integração metropolitana e a manutenção do leilão agendado para novembro. No contexto brasileiro, Urbs permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país, sem copiar o texto original fonte. Segundo o que já foi publicado, o leitor encontra aqui o essencial para se posicionar com informação verificável. No contexto brasileiro, Urbs permanece no centro da cobertura. Os fatos já relatados nesta reportagem ajudam a entender o impacto imediato, os atores envolvidos e o que pode mudar nos próximos dias. A redação prioriza precisão, números quando disponíveis e o desdobramento prático para quem acompanha o tema no país,
No Brasil, Últimas Notícias entram nesta cobertura.



